► Começando
O QUE DIZEM OS ESPECIALISTAS
ENGENHARIA COMO BASE PARA O DESENVOLVIMENTO DO PAÍS
Autor Prof. Dr. Ivan Guerra Machado,
Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS, Programa de Pós-graduação em Engenharia de Minas, Metalúrgica e Materiais – PPGE3M, Laboratório de Soldagem & Técnicas Conexas – LS&TC, Porto Alegre, RS, Brasil.
Para que o Brasil alcance níveis relativamente elevados de desenvolvimento econômico e social, é fundamental tornar a Educação uma política de Estado (perene, portanto), sendo de suma importância estabelecer com absoluta clareza que a base sustentável para tanto deve ser o sólido domínio das ciências e das tecnologias, evidentemente sem detrimento das demais atividades ligas às Humanidades.
Porém, deve ser modificado o modelo e a distribuição dos Cursos Superiores que adotamos. Recente pesquisa do INEP [1] mostrou que em 2017, do total de 1.199.769 (100,0%) “concluintes” destes Cursos no nosso país, se formaram aproximadamente na Administração 223.477 (18,6%); em Direito 113.864 (9,5%) e em Pedagogia 127.169 (10,6%), somando nestas três áreas, portanto, mais de 460 mil (38,7%) pessoas. Porém, todas as Engenharias formaram pífios 113 mil (9,5%) e, pasme o leitor, 6.335 (0,53%) para a Física (incluindo Astronomia). Além disto, do total das Engenharias 38% são da Civil, que somado a Produção situa-se em torno de 55% de todos os engenheiros diplomados em 2017 no país!
Assim, para aquelas Engenharias que usam e desenvolvem mais intensivamente tecnologias avançadas restaram posições ridículas, tais como (quanto ao total das Engenharias) 11,5% para Mecânica e, novamente pasme o leitor, 0,3% para Metalúrgica e 0,7% para Materiais e Eletrônica, por exemplo.
Em relação à população brasileira formamos 40% mais no Direito do que a média dos países ditos desenvolvidos que compõem (incluindo os EUA) a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Porém, também em relação à população, temos cerca de 70% médicos e a vergonhosa proporção de somente 30% dos engenheiros que a OCDE possui, sendo isto provavelmente reflexo da:
- […] distorção de nosso modelo econômico e de desenvolvimento, que não estimula o empreendedorismo e a inovação, mas a preservação da renda e a opção do empresariado por investir em advogados para proteger sua renda diante de uma burocracia asfixiante, uma legislação desestimulante, entre outros problemas – ao invés de investir em engenheiros (para criar novos produtos) [2].
Então, afinal, qual é o modelo de país que almejamos continuar a viver e legar para as futuras gerações?
Acreditamos que nenhum brasileiro deseja multidões de advogados sem causas, administradores sem empresas e pedagogos sem escolas. Ou a nossa economia deve continuar a se basear essencialmente na agricultura e mineração? Apesar da indiscutível importância de ambas estas atividades, não seria conveniente elas serem as principais, pois o Brasil possui características que demandam elevadas taxas de geração de empregos, condição minimamente atendida pelas produções altamente mecanizadas destas áreas. Além disto, seria uma posição inteligente permanecermos somente como fornecedores de commodities para outras nações, destruindo as montanhas de minérios que possuímos e colhendo da nossa terra os grãos, os quais depois em parte nos serão devolvidos como comidas processadas e quinquilharias inúteis…?
Não seria mais vantajoso para nós e nossos descendentes engajarmo-nos no grande movimento de internacionalização das cadeias produtivas que ocorreu no mundo, com maior desenvolvimento de indústrias e serviços altamente complexos?
Existem aproximadamente 14 engenheiros por 10 mil habitantes no Brasil e estima-se que para cada 1 milhão de dólares de capital investido é necessário um engenheiro na indústria. Cerca de 300 bilhões de dólares do PIB brasileiro são relativos a investimentos e, corroborando a hipótese mencionada, atualmente o país conta com aproximadamente 300 mil engenheiros. Porém, se a oferta de vagas nas engenharias seguir somente esta métrica, a falta (ou o excesso) de profissionais sempre será dramática, pois sabemos que a formação de um engenheiro não é rápida. Por exemplo, enquanto a participação da indústria de transformação brasileira no PIB entre 2010 e 2017 sofreu queda de aproximadamente 6%, neste mesmo intervalo (até 2016) o número de cursos de Engenharia aumentou 80%, (mais do que dobrou no setor privado). Portanto, esta questão deve ser cuidadosamente planejada, pois significativa variação do PIB poderá produzir situação caótica no equilíbrio oferta/demanda de engenheiros formados…
Em recente artigo nesta mesma revista, ressaltamos que uma nação somente poderá realmente prosperar se os seguintes fatores estiverem concomitantemente disponíveis: direitos de propriedade; racionalismo científico; mercados de capital (dinheiro disponível para investimento); transporte e comunicações rápidos e eficientes. Apesar de vivermos num país democrático, entendemos existir muito espaço para aperfeiçoarmos estes quatro fatores, ainda que em proporções diferentes, sendo sem dúvida fundamental investirmos maciçamente em ciência e tecnologia.
CONSIDERAÇÕES GERAIS
Entendemos que a sua necessidade imediata, ao fazer o curso COMO GANHAR DINHEIRO COM ENGENHARIA, é ter acesso rápido a informações que o levem ao caminho da prosperidade, de preferência de forma instantânea. No entanto, você precisa entender que este tipo de coisa não é um ”evento”, mas sim um ”processo”.
- RESULTADOS NÃO SÃO “EVENTOS!”
- Evento é uma Formatura, por exemplo.
- Evento é um Lançamento, por exemplo.
- Evento é o auge de algo no qual se levou um tempo para realizar ou conquistar.
- Evento trata-se de um ponto isolado, ou melhor, o mais importante ponto. É aquilo que foi conquistado.
- RESULTADOS SÃO “PROCESSOS!”
- Processo é a graduação, desde o primeiro dia até o evento antes da formatura, por exemplo.
- Processo é o caminho, a trilha, a trajetória é aquilo que se constrói.
- GANHOS OU PERDAS SÃO “CONSEQUÊNCIAS!”
- Não há como negar. Se o evento não ocorreu como planejado é porque o processo NÃO FOI BEM REALIZADO.
- Se o processo de preparação para uma entrevista de emprego foi realizado de forma equivocada, por exemplo:
- O candidato não se preparou para a entrevista,
- O candidato não estudou as necessidades da contratante,
- O candidato não apresentou seus pontos fortes,
- O candidato não evidenciou os pontos fracos da empresa,
- O candidato não conseguiu explicar onde ele seria importante e traria ganhos para a empresa e
- O candidato não sabe onde a sua ajuda seria relevante,
- Certamente as chances de conquistar o emprego (evento) estarão em risco e irão diminuir muito.
-
- Se o processo de estudo para a realização da prova ou teste foi realizado de forma errônea, por exemplo:
- Não houve dedicação aos estudos,
- Não estudou o que deveria ser estudado ou
- Acreditou que sabia mais do realmente sabia,
- As chances de obter sucesso na prova, e tirar boas notas, serão minimizadas.
- Se o processo de estudo para a realização da prova ou teste foi realizado de forma errônea, por exemplo:
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- Se o processo de planejamento para a realização de uma dada tarefa foi desenvolvido de forma errada, por exemplo:
- Não existiu planejamento,
- O planejamento não contemplou possíveis falhas ou
- O planejamento não previu plano de contingência para possíveis problemas,
- As chances da tarefa não dar certo aumenta significativamente.
- Se o processo de planejamento para a realização de uma dada tarefa foi desenvolvido de forma errada, por exemplo:
-
- Se o processo da venda de algo não foi concretizado, por exemplo:
- O cliente não foi encantado,
- A proposta comercial não foi entendida
- A proposta comercial não atendeu as necessidades básicas do cliente, quanto a:
- Preços,
- Prazos (produção, entrega, pagamento, dentre outros),
- Qualidade,
- Segurança,
- Confiança na entrega e
- Serviços complementares forem ineficientes ou forem indesejados,
- As chances de vender para este cliente caem significativamente.
- Se o processo da venda de algo não foi concretizado, por exemplo:
-
- Se o desperdício, as perdas, a quebra ou o refugo estão elevados, é por que:
- As atividades não estão sendo medidas,
- Algumas atividades não estão sendo controladas ou
- Atividades importantes foram menosprezadas,
- Sendo assim, as chances de reduzir custos operacionais são diminuídas.
- Se o desperdício, as perdas, a quebra ou o refugo estão elevados, é por que:
-
- Se o processo de formação educacional foi mal conduzido e o aluno não aprendeu, foi porque o professor:
- Não possuia experiência,
- Não possuia conhecimento técnico suficiente,
- Não possuia didática para ensinar ou
- Não conseguiu se comunicar adequadamente com o seu público,
- As chances do aluno de aprender cairão por terra.
- Se o processo de formação educacional foi mal conduzido e o aluno não aprendeu, foi porque o professor:
IMPORTANTE
- Não existe mercado ruim a ponto de:
- Não serem absorvidos excelentes profissionais.
- Excelentes profissionais sempre são absorvidos pelo mercado.
- Existem posições/vagas em aberto nas empresas.
- O não preenchimento destas posições se dá pelo não atendimento dos pré requesitos básicos estabelecidos.
- Existem engenheiros a procura de posições e vagas.
- A não conquista destas posições e vagas, por parte do engenheiro, se dá por falha nas qualificações oferecidas.
- De um lado temos o mercado carente de profissionais.
- De outro lado temos profissionais carentes de mercado.
- Empresários abrem novas vagas de trabalho, ou emprego, quando existe necessidade e interesse.
- No entanto, se o profissional é bom o suficiente para atender as necessidades e especificações das empresas, mesmo que a vaga ainda não exista, ou a empresa sequer saiba que precisa do profissional, quando ela o descobrir e entender que pode ganhar ao contratar o profissional, a vaga será imediatamente aberta para absorver este profissional. Reiteramos, mesmo não existindo a vaga de emprego.
- Todos os empresários oportunizarão trabalho ao profissional que:
- Proporcionar ganhos financeiros para a empresa.
- Trouxer soluções para problemas existentes e
- Resolver problemas técnicos.
- Esta é uma lei de mercado, pois o empresário pensará: "Seu eu não o contratar, existe chance do concorrente fazê-lo!"
- Vejamos exemplos práticos: Diga a um empresário ou executivo:
- Que você é um profissional técnico da área técnico-comercial, e:
- Possui uma carteira de clientes magnífica e está disposto a trazê-la para a empresa deste empresário e proporcionar aumento de faturamento e ganhos espetaculares, ou
- Que seu cliente e parceiro estrangeiro (internacional) estão procurando parceiros comerciais locais para comprar toda a produção deste empresário.
- Que você desenvolveu um projeto fantástico, inovador, com excelente potencial e deseja implantar na empresa, sendo que este projeto irá trazer ganhos financeiros extraordinários para o negócio deste empresário e prove.
- Que você pode resolver problemas pelos quais o empresário está necessitando de auxílio, como por exemplo, demandas ambientais, ou demandas relacionada à redução de custos, ou demandas muito técnicas que estão gerando prejuizo ao empresário, ou ainda, que você tem a solução para resolver definitivamente o maior problema da empresa e prove isto. Portas se abrirão, convites se apresentarão.
- Que você é um profissional técnico da área técnico-comercial, e:
- Entendeu o espírito da coisa?
- Não é que não exista trabalho.
- Você é que não está conseguindo "vender" a sua experiência ao mercado.
- Se você não conseguiu atingir seus objetivos é porque houve falha em algum ponto do processo. Você:
- Errou na escolha da empresa ou na escolha do alvo.
- Errou na execução,
- Errou no planejamento,
- Errou nos fundamentos,
- Não conseguiu vender o seu ofício adequadamente,
- Se isto está acontecendo, pense seriamente em mudar de estratégia.
DICAS
Como dissemos antes, convidamos você a seguir os módulos do curso de forma sequencial, módulo a módulo, e ir absorvendo a informação com calma, refletindo sobre a mesma, assim terá condições de passar pelo processo de análise de todo o conteúdo. Nosso objetivo principal é lhe mostrar caminhos ou alternativas para que você possa prosperar na carreira de engenharia. Iremos abordar diversos temas aqui no curso e sugerir opções de trabalho. Estas sugestões, por si só, certamente não serão suficientes para que a “coisa” aconteça. As coisas acontecerão com muita dedicação e planejamento de sua parte, mas saiba que podem sim acontecer.
NÃO EXISTE MÁGICA, EXISTE PROCESSO!
Ao avaliar as sugestões que aqui serão apresentadas, bem como, sua atual condição profissional (se estudante, júnior, pleno ou sênior) estamos convencidos que você pode sim modificar alguma coisa na sua trajetória profissional e prosperar, ampliando o leque de atuação “na sua área de atuação” mas, reiteramos, será necessário mais estudo e mais aprofundamento no tema escolhido para pautar adequadamente suas ações.
CONHEÇA A SUPER DICA, ELA FARÁ TODO SENTIDO PARA VOCÊ!
No vídeo gratuito – Carreira Engenharia – aqui no portal ou lá no canal TRINENGE do youtube (que você pode acessar a qualquer momento), é demonstrada a definição sobre Engenharia, sendo a definição mais importante, para nós, é a que segue abaixo:
ENGENHARIA É UM MODO DE VIDA!
UMA VEZ ENGENHEIRO SEMPRE ENGENHEIRO!
E não poderia ser diferente. Foram anos de treinamento intensivo, uma violenta carga de conhecimento teve que ser absorvida, isto em diversas áreas, com aulas teóricas e práticas (3.600 horas de duração em média), em um curso difícil, complexo, altamente técnico e que ainda necessita de complementação adicional. Mentes foram forjadas para pensar e agir no intuito de resolver problemas, encontrar soluções, criar, inovar, inventar, arrumar, consertar e executar tarefas técnicas de forma metódica e, para tal, utilizando-se da ciência. No entanto, devido à elevada carga de conhecimento técnico que teve que ser absorvida pelo profissional, muitas vezes não houve tempo para treinamentos específicos, no intuito de atuar em situações adversas como, por exemplo:
- Relações humanas,
- Como lidar com adversidades do dia a dia,
- Gestão de negócios,
- Gestão de custos,
- Gestão de pessoas,
- Empreendedorismo,
- Vendas (atendimento ao cliente), dentre outros.
Um engenheiro recém-formado apresenta dificuldades, quando do início da carreira, em apresentar seu conhecimento técnico ao mercado. Muitas vezes não consegue transferir este conhecimento, ora por falta de equipamentos modernos nas empresas (equipamentos estes encontrados somente nas grandes instituições de ensino), ora por características culturais das próprias empresas.
O ENGENHEIRO NECESSITA VENCER BARREIRAS!
Até ai, tudo bem, faz parte do jogo. No entanto, certas vezes encontramos engenheiros, bem qualificados e experientes, formulando produtos e processos complexos, altamente técnicos, sem sequer saber montar o “custo básico” ou o “preço de venda” para coisas complexas, outras vezes encontramos profissionais autônomos que não conseguem montar o “preço de venda do seu próprio trabalho”. Nesta armadilha, o engenheiro não pode cair! O engenheiro necessita enxergar o todo das coisas e não apenas partes específicas delas.
Nestes casos, são necessários cursos de aprimoramento, que basicamente são a aquisição de conhecimentos adicionais e complementares, pois somente assim ele terá condições de trabalhar com a gestão das coisas, onde tudo dependerá do rumo que deseja para a sua carreira profissional.
Dependendo de onde você quer chegar, seja no campo da iniciativa privada (em cargos de alta gestão, como por exemplo: Supervisão, Gerência ou Direção), ou em funções públicas, cursos adicionais e de aperfeiçoamento são altamente recomendados.
Este serão somado ao conhecimento técnico e trarão novas experiências. Recomenda-se fazer:
- MBA (Master Business Administration) ou (Mestre em administração de negócios)
- Pós Graduação (Mestrado/Doutorado)
- Cursos complementares, focados, curtos e/ou específicos
MOMENTOS DA CARREIRA
Engenheiro entenda, existem “quatro grandes zonas" na carreira profissional de qualquer um, são elas:
- 1ª. INÍCIO DE CARREIRA
- Profissional Recém-formado (sem experiência)
- Profissional Trainee (até dois anos de experiência)
- Profissional Júnior (de dois a quatro anos de experiência)
- (Esta denominação muda de empresa para empresa, de situação para situação, mas serve como guia)
- Seria onde tudo começa, o momento da partida.
- Neste momento a motivação é enorme, o conhecimento técnico aflora, ele encontra-se vibrante e literalmente é uma “máquina de última geração” no tocante a engenharia.
- O engenheiro carrega consigo conhecimento amplo e aplicável em diversas áreas mas, ainda não está completamente pronto para enfrentar o mercado de trabalho na sua totalidade, pois só consegue entender a engenharia da coisa, ainda desconhece o dia-a-dia do mercado e suas nuances.
- 2ª. MEIO DO CAMINHO/CARREIRA
- Profissional Pleno (de quatro a oito anos de experiência)
- Suas posições e posicionamentos são firmes.
- Carrega consigo, além do conhecimento técnico, a prática da profissão.
- Já passou por inúmeras experiências que moldaram seu caráter profissional.
- Situações simples são resolvidas com facilidade e situações complexas já não o surpreendem mais.
- Aprendeu a lidar com pessoas e compreende na plenitude a importância do negócio que atua.
- A estabilização da carreira ocorre neste momento.
- 3ª. PLENITUDE PROFISSIONAL
- Profissional Sênior (de oito a dez anos de experiência)
- Profissional Master (mais de dez anos de experiência)
- Seus posicionamentos são perfeitamente pautados nas experiências.
- Atuam em determinado segmento com conhecimento de causa.
- Carregam consigo uma vasta bagagem técnica e prática.
- Utilizam de ferramentas de apoio e de gestão.
- Sabem lidar com situações complexas
- Antecipam situações desconfortáveis para ele, empresa, colaboradores, sociedade e clientes.
- 4ª. MOMENTOS DE TRANSIÇÃO
- Troca de empresa, área, ramo ou atividade
- Antigamente o profissional entrava em uma empresa e seguia os caminhos delimitados pela empresa, galgando postos mais avançados ao longo do tempo, na própria empresa. Quando muito, um engenheiro trocava de empresa duas ou três vezes, no máximo, ao longo de toda a sua carreira. Hoje não é mais assim.
- O engenheiro necessita estar constantemente se aprimorando para poder manter-se ativo no mercado de trabalho.
- O engenheiro deve estar preparado para inclusive trocar de empresa.
Aqui procuraremos abordar temas que reflitam estes quatro grandes momentos da carreira do profissional da engenharia, desde o início, recém-formado, passando pela atuação plena e culminando na posição sênior.
- No caso dos profissionais Recém-formados, os mais novatos, este curso pode se tornar um guia bastante útil para planejar ou pensar sobre a carreira.
- No caso dos profissionais Plenos, além de possibilitar relembrar da sua fase inicial, reativando as energias que podem estar adormecidas, ele poderá corrigir o rumo e seguir adiante, caso esteja desconfortável com algo.
- No caso do profissional Sênior ou Master, ou seja, muito experiente, será uma oportunidade de avaliar o todo e, quem sabe, auxiliar numa reformulação completa.
- No caso de você ser um profissional que está passando pelo processo de transição de uma empresa para outra, ou seja, está à procura de um “novo emprego”, independendo do grau de experiência em que se encontra (recém-formado, pleno ou sênior), este curso será revelador e o fará repensar muito sobre a sua carreira. Não existe melhor momento para refletir sobre a sua carreira que este no qual você se encontra agora. As oportunidades e opções são enormes, promissoras e, com calma, você pode sim remodelar completamente a sua carreira.