O que Precisa para Prosperar

► Prosperidade

A FORMAÇÃO DE ENGENHARIA NO BRASIL

No artigo O mercado de trabalho e a formação dos engenheiros no Brasil, que você pode ler na íntegra abrindo a pasta ANEXOS, os especialistas disseram que:

"O Censo Demográfico decenal do IBGE traz informações relevantes, de caráter estrutural, acerca da situação das pessoas formadas em engenharia no Brasil. Dada sua relativa defasagem (o último Censo é de 2010), seus dados devem ser considerados junto com outras informações, como as do Censo do Ensino Superior do Inep, que serão apresentadas na sequência.

Estima-se que havia, em 2010, 764.597 pessoas formadas em engenharia no país (Tabela 16 e Anexo 17), as quais estavam predominantemente na região Sudeste (64,5%), seguida pela região Sul (14,7%), Nordeste (11,4%), Centro-Oeste (5,7%) e Norte (3,6%).

Do total de pessoas formadas em engenharia, 85,0% estavam ocupadas, 12,6% estavam fora da População Economicamente Ativa (PEA) e apenas 2,4% estavam desocupadas. Menos de um terço (30,8%) estavam em ocupações típicas da engenharia, enquanto 22,6% eram dirigentes e profissionais das ciências e das artes com nível superior de escolaridade e 31,5% estavam em outras ocupações. A parcela de pessoas que estavam em ocupações típicas da engenharia era maior na região Nordeste (35,4%) e menor no Sul (28,3%).

O Paraná, com 44.598 engenheiros(as) formados(as) em 2010, foi o quarto estado em quantidade de pessoas com formação em engenharia no país (5,8%), atrás dos estados de São Paulo (38,6%), Rio de Janeiro (13,4%) e Minas Gerais (10,7%). Apesar de ter uma parcela de ocupados(as) superior à média nacional (88,6%), apenas 28,6% das pessoas formadas em engenharia e residentes no Paraná estavam em ocupações próprias da engenharia, outros 26,3% eram dirigentes profissionais e a maior parcela (33,8%) estava em outras ocupações (Anexo 17).

Cerca de um quinto das pessoas formadas em engenharia no país concluiu seu curso em Engenharia Civil e de Construção (24,6%), 14,6% em Engenharia Mecânica e Metalurgia, 13,5% em Eletrônica e Automação, 12,5% em cursos do ramo de Eletricidade e Energia, 5,2% em Engenharia Química e de Processos, 1,2% em Engenharia Florestal e Silvicultura e 1,1% em cursos do ramo de Veículos a Motor, Construção Naval e Aeronáutica (Gráfi co 21). A maior parcela (27,3%) era formada em cursos gerais de engenharia e profissões de engenharia, incluindo as especialidades não contempladas na classificação do Censo Demográfico

A parcela de pessoas formadas em cursos de Engenharia Civil e de Construção era relativamente maior no Nordeste (36,8%), Centro-Oeste (36,3%) e Norte (30,4%), enquanto a parcela dos(as) formados(as) em Engenharia Mecânica e Metalúrgica estava mais concentrada no Sul (18,7%) e Sudeste (15,3%). Destaca-se ainda que, no Paraná, 26,4% dos(as) engenheiros(as) eram formados(as) em cursos de Engenharia Civil e de Construção, 14,3% em Engenharia Mecânica e Metalúrgica, 13,8% em cursos de Engenharia de Eletricidade e Energia e 13,0% no de Eletrônica e Automação (Anexo 18).

As informações do Censo do Ensino Superior do Inep revelam que, em 2017, foram oferecidos 4.799 cursos de engenharia por 1.000 instituições no Brasil (Tabela 17). Naquele ano, 315.627 pessoas ingressaram nesses cursos, enquanto apenas 124.777 os concluíram. Essa diferença entre ingressantes e concluintes tem várias explicações, para as quais seria necessário um conjunto maior de informações, nem sempre captadas pelas pesquisas disponíveis.

É interessante notar que, no cômputo geral do período 2009 – 2017, o número de cursos cresceu mais do que o número de instituições ofertantes (125,2% e 102,8%, respectivamente), o que sugere que algumas instituições que já ofereciam cursos de engenharia passaram a oferecê-los em maior número. Ainda assim, é de se ressaltar que o número de instituições que ofereciam cursos de engenharia dobrou em menos de uma década (passando de 493, em 2009, para 1.000, em 2017) e o número de cursos mais do que dobrou (passando de 2.131, em 2009, para 4.799, em 2017).

Entre a evolução do número de ingressantes e de concluintes, a diferença é ainda maior: enquanto os primeiros tiveram um aumento de 97,1%, desde 2009, os concluintes aumentaram 183,8%. É de se destacar, no entanto, uma grande diferença no comportamento dos dois indicadores por subperíodos. Os ingressantes apresentaram altas taxas de expansão, entre 2009 e 2014, tendo crescido 30,5% só em 2012 e atingido 399 mil pessoas, em 2014. A partir de então, o número de ingressantes passou a cair sistematicamente, até atingir 315 mil pessoas, em 2017. Já os concluintes mantiveram taxas anuais positivas de expansão em todo o período, as quais passaram dos 20% em 2015 e 201624 (Tabela 17).

Em 2017, a maior parte dos cursos de engenharia, instituições ofertantes, ingressantes e concluintes estava no Sudeste (46,6%, 44,5%, 42,0% e 55,8%, respectivamente, conforme Anexo 19). Destaca-se, novamente, que o Paraná foi o estado, fora do Sudeste, com maior participação entre os ingressantes (6,5%) e os concluintes (6,9%), em cursos de engenharia.

Segundo o Censo do Ensino Superior, em 2017, cerca de dez cursos concentravam 91,7% do total de inscritos(as) em engenharia (Gráfi co 22 e Anexo 20). Quase um terço (30,3%) se inscreveu em Engenharia Civil, 15,1% em Engenharia de Produção, 12,1% em Engenharia Mecânica, 10,3% em Engenharia Elétrica, 8,6% em Agronomia, 4,8% em Engenharia da Computação, 3,5% em Engenharia Ambiental, 3,1% em Engenharia Química, 2,3% em Engenharia de Controle e Automação, 1,1% em Engenharia de Alimentos e 8,7% no demais cursos.

Esses resultados conjunturais, guardam relativa proximidade com os resultados captados pelo Censo Demográfico, em 2010 (Gráfico 21), de caráter mais estrutural, já que estimavam a formação de todos(as) os(as) engenheiros(as) do país, na ocasião. Ainda que as bases de dados sejam de natureza bastante diversa para serem comparadas, registra- -se um crescimento da participação de cursos de Agronomia, Engenharia da Computação, Engenharia Ambiental e Engenharia de Alimentos entre aqueles com maior presença de ingressantes.

As informações do Censo da Educação Superior revelam, ainda, um predomínio da educação privada na formação de engenheiros(as) no país (Tabela 18). Em 2017, 69,1% dos cursos e 84,4% das instituições ofertantes eram privadas. Além disso, 70,9% dos(as) ingressantes e 70,0% dos(as) concluintes também estudavam em instituições privadas.

Apesar de ser um processo que evolui desde anos anteriores, é possível perceber, entre 2009 e 2017, uma expansão da participação de instituições privadas na formação em engenharia no país. Em 2009, 60,7% dos cursos e 75,3% das instituições ofertantes eram do setor privado, os quais experimentaram, respectivamente, uma expansão de 156,3% e 127,5% até 2017 – expansão bastante mais significativa do que a dos cursos e instituições do setor público (75,4% e 24,6%, respectivamente).

Engenheiros(as) cadastrados(as) no Confea. Em fevereiro de 2019, havia 908.965 registros ativos de engenheiros(as) no país, sendo que mais da metade (56,8%) estava no Sudeste, 16,5% no Sul, 13,8% no Nordeste, 8,0% no Centro-Oeste e 4,9% no Norte (Tabela 19). O Paraná, com 6,1% do total de registros no país, foi o quinto estado com maior número de registros, após São Paulo (30,7%), Minas Gerais (14,0%), Rio de Janeiro (10,2%) e Rio Grande do Sul (6,3%).

Esse volume é resultado de uma expansão sucessiva dos novos registros, verificada desde 2010, com exceção da relativa estabilidade, entre 2014 e 2015. O número de novos profissionais da engenharia registrados anualmente aumentou de 34,5 mil, em 2010, para 61 mil, em 2018 (Gráfico 23). Em 12 de fevereiro de 2019, já se contabilizavam 8,1 mil novos registros.

Como apresentado na metodologia, é preciso salientar que as informações do cadastro do Confea se referem ao número de registros, sendo possível que um mesmo profissional tenha mais de um registro em diferentes áreas da engenharia" Fonte (Ver aba Anexos)

O QUE ENGENHEIROS PRECISAM SABER PARA PROSPERAR

Levando em conta este universo de dados e estatísticas que se apresentam para os profissionais da engenharia, dito pelos especialistas, todo e qualquer profissional precisa de um direcionamento, apoio, dica e auxílio, quando se encontra em processo de transição de carreira, ou está em início de carreira. Ele precisa encontrar seu espaço de trabalho em um mercado cada vez mais competitivo. Nosso objetivo aqui é trazer um pequeno direcionamento para os profissionais da engenharia, e assim, que os mesmos tenham um "norte" ou um "mapa" básico do caminho a seguir para poderem prosperar na carreira da engenharia. É importante entender que não existe mágica ou fórmula mágica para o sucesso e prosperidade, até porque somos todos diferentes, exclusivos e únicos, cada um trabalhando em frentes, mercados, áreas e regiões distintas, em um País quase que continental. Mas existe sim o trabalho, a competência, o esforço e a dedicação que são poderosas ferramentas profissionais e, com elas, pode-se ganhar tempo ao saber o melhor caminho a seguir. Use os dados que iremos lhe apresentar com sabedoria, reflita, identifique-se e procure se adequar, caso não tenha algum deles em seu histórico. Vejamos.

PARA TER SUCESSO O ENGENHEIRO PRECISA:

  • Básico para iniciar.
    • Domínio da área técnica de base, a sua área de formação e/ou atuação. Este fator é indiscutivelmente fundamental. De nada adianta realizar diversas tarefas complementares, cursos, treinamentos e cercar sua carreira de complementos, se você não dominar a sua área de atuação, se não na totalidade em boa parte dela. Isto é vital!
  • Para ser um "Águia"
    • Domínio da área técnica de base
    • Domínio na execução de planilhas (Excel), sistemas de simulação compuadorizados e sistemas de gerenciamento (ERP), por exemplo. O engenheiro necessita dominar ferramentas digitais, principalmente as mais básicas, sendo que estas irão lhe auxiliar a avaliar dados e informações de forma sistêmica e organizada.
    • Interpretar gráficos. Engenheiro que não gosta de gráfico ainda não possui a engenharia no sangue. Engenheiros necessitam interpretar gráficos simples e gráficos complexos. Transformar dados em gráficos é fundamental para a carreira do engenheiro.
  • Para ser um "Fera"
    • Domínio da área técnica de base
    • Domínio de planilhas (Excel) e sistemas (ERP).
    • Interpretar gráficos.
    • Analisar dados. O engenheiro precisa saber analisar dados, mas perceba, dados em larga escala – Big Dados.
    • Dominar Softwares. Programas técnicos e de simulação computacional são o diferencial para que trabalha na engenharia.
    • Dominar outro idioma. Recomenda-se no mínimo o inglês mas se conseguir, além disso, o espanhol e/ou o alemão.
    • Ter o mínimo de experiência prática. No mínimo dos mínimos, realizar estágios profissionais.
    • Ter ao menos uma experiência no exterior.
  • Para ser um "Super Fera"
    • Domínio da área técnica de base
    • Domínio de planilhas (Excel) e sistemas (ERP).
    • Interpretar gráficos.
    • Analisar dados.
    • Dominar Softwares.
    • Dominar outro idioma.
    • Ter o mínimo de experiência prática.
    • Ter ao menos uma experiência no exterior.
    • Apresentar raciocínio lógico apurado (pontual, local e global).
    • Entender o básico de gestão de negócios.
    • Entender o básico de gestão de pessoas.
    • Ter boa comunicação.
    • Saber atuar comercialmente.
    • Saber controlar custos e recursos.
    • Possuir uma Network ativa e sadia.
    • Saber transferir e receber novos conhecimentos (treinar e ensinar)
    • Entender de inovação
    • Ter resiliência
    • Ser absolutamente transparente e técnico
    • Ser um autodidata incontrolável na pesquisa e desenvolvimento.
  • Para ser um "Monstro", ou seja, alguém que é reconhecido, chamado e respeitado na sua área
    • Todas as alternativas anteriores somadas 
    • Ter uma visão completa de negócios
    • Experiência profissional
    • Ser confiável
    • Ser flexível
    • Ser empreendedor
    • Saber arriscar de forma positiva

Se você percebeu a coisa vai crescendo e se complicando a medida que o profissional vai crescendo na carreira. O somatório de todas estas habilidades e conhecimentos formam aos poucos grandes profissionais. Conseguiu identificar em qual nível você se encontra? Agora que você sabe o caminho das pedras, mãos a obra. Comece desde já a construir a sua carreira, se possível, ainda no processo de formação. Além destes tópicos comentados, ainda existem outros, por exemplo:

PARA PROSPERAR ENGENHEIROS PRECISAM:

  • Dominar o conhecimento. Reiteramos que isto é fundamental
  • Obter dados e fatos técnicos sólidos. Não caia na armadilha de acreditar no aparente. Levante dados e consolide fatos.
  • Identificar problemas (pequenos e macro problemas). Sempre inicie resolvendo pequenos problemas (vários deles) e somente depois ataque os grandes problemas. Os benefícios da abordagem de solução de problemas, por este método, são enormes.
  • Resolver estes problemas, sem gerar outros problemas. Esta dica é importante, observe o todo e não apenas um ponto.
  • Conectar processos. Habilidade fundamental. Tudo são processos e quando se consegue conectá-los a coisa flui.
  • Conectar pessoas. Esta é a tarefa mais dificíl para um técnico. Sem a conexão das pessoas, não se vai longe.
  • Ter boa comunicação. Comunicação sempre foi e sempre será a alma dos negócios. Comunique-se adequadamente.
  • Saber vender ideias. De nada adianta ter excelentes ideias e não conseguir explicar aos demais que são boas ideias.
  • Ser dinâmico. O engenheiro precisa ser ativo, atento e dinâmico.
  • Ser participativo. Não existe pior lider do que aquele que não participa. Aliás esta é a melhor sugestão de todas. Participe.
  • Empoderar negócios. Negócios são poderosas ferramentas e quando empoderados tornam-se o trampolim para o sucesso.
  • Gerar riqueza. Empresas necessitam de lucro. Nunca esqueça disso. Você deve gerar riqueza e lucro constantemente.

. DICAS

Terá sucesso aquele que conseguir:

  • 1. SER TÉCNICO SEM SER ARROGANTE! 
    • Não existe pior característica de um profissional técnico que a arrogância e a soberba. Isto destrói carreiras e leva por água abaixo todo o trabalho e uma história, por mais bem feita que ela tenha sido escrita até então. Técnicos tendem a ser soberbos e isto é uma tremenda armadilha.
  • 2. DEFINIÇÕES BÁSICAS E QUE JAMAIS DEVEM SER ESQUECIDAS:
    • Definição de Profissional Técnico: Trata-se do indivíduo que tem conhecimento de uma arte ou de uma ciência; perito, especialista. Conhecimento este que lhe permite executar a técnica em questão.
    • Definição de Arrogância: Qualidade ou caráter de quem, por suposta superioridade moral, social, intelectual ou de comportamento, assume atitude prepotente ou de desprezo com relação aos outros; orgulho ostensivo, altivez. “Existe o pico da arrogância, que é seguido pelo vale do desespero e somente após a rampa de crescimento sólido.”
    • Definição de Humildade: Virtude caracterizada pela consciência das próprias limitações; modéstia, simplicidade.
    • Razões para demitir um profissional.
      • Dificilmente você presenciará alguém ser demitido por ter cometido uma falha não intencional, ou ter cometido um equívoco ao tentar realizar uma tarefa, isto no intuito de melhorar ou resolver algo ou alguma coisa, mas verá facilmente pessoas serem demitidas, se houver:
        • Agressividade excessiva
        • Agressividade física,
        • Cometer plágio de forma intencional,
        • Assédio moral e/ou assédio sexual,
        • Comportamento suspeito e/ou abusivo,
        • Destruir máquinas, dispositivos, ferramentas ou equipamentos intencionalmente,
        • Colocar a si, a empresa ou terceiros em “risco”,
        • Faltar com a verdade e
        • Não atender as normas de segurança.
        • Profissionais são demitidas devido ao seu comportamento, no caso, comportamento equivocado.
  • 3. ESTAR CONECTADO COM O MOMENTO
  • 4. SABER QUANDO FALAR E QUANDO CALAR
    • Definição de questionar:
      • Pôr em questão, fazer objeção a algo, controverter, rebater. Dizer como resposta, replicar, responder ou retorquir.
    • Existe um limite tênue entre fazer uma observação construtiva, uma ressalva corretiva e uma ofensa.
      • Críticas construtivas normalmente são aceitas, mas podem não ser, tudo dependerá do momento em que as mesmas são feitas. Entender a cultura da empresa e das pessoas que lá trabalham é vital para o sucesso do profissional da engenharia.
  • 5. ENTENDER QUANDO DEVE PEDIR AJUDA!
    • Definição de pedir ajuda:
      • Pedir ajuda é um ato de coragem. Para muitas pessoas, pedir ajuda é uma provação, pois temos muitas crenças equivocadas sobre o significado que este ato carrega. No mundo competitivo que vivemos atualmente, é comum pensar que se pedirmos ajuda, estaremos condenados. Pedir ajuda nos torna mais honestos, mais empáticos, mais prontos para o momento em que tivermos que ajudar alguém. Pedir ajuda não tem nada a ver com fracasso, com a dependência ou com a inferioridade. É reconhecer nossas próprias  limitações, ter humildade, coragem e superar, até chegar o momento de retribuir esse favor e ajudar alguém. Lembre-se de agradecer e retribuir!
  • 6. SOLUCIONAR PROBLEMAS EXISTENTES!
  • 7. NÃO GERAR NOVOS PROBLEMAS!
    • Definição de problema
      • Questão que traz transtornos e que exige grande esforço e determinação para ser solucionado.
      • Muitas vezes engenheiros se deparam com situações onde a intervenção técnica local ou pontual se faz necessária e isto é de fácil entendimento para o engenheiro. No entanto, de nada adianta resolver uma situação isolada e gerar um problema muito maior. Engenheiros devem ter a noção do todo, devem compreender que suas ações pontuais podem gerar impactos mais severos em outros locais. É importante compreender as etapas do desenvolvimento, seja ele de um produto ou de um processo.
  • 8. SER CONFIÁVEL
    • Definição de Confiável:
      • Trata-se do indivíduo que se consegue confiar; que é digno de receber confiança; que é honesto; sincero; que transmite segurança.
    • Para se tornar confiável você deve:
      • Dominar sua área de atuação.
      • Ter o conhecimento como seu aliado e fundamento.
      • Ser fiel a sua palavra.
      • Jamais prometer algo que não pode cumprir.
      • Se for o caso, saber dizer “não”.
      • Ter controle emocional.
  • 9. PRESTAR ATENÇÃO AO SEU REDOR
    • Agregar equipes em temas específicos!
    • Diminuir o “tamanho do mundo”!
    • Construir comunidades!
    • Entender o que é cliente externo!
    • Entender o que é cliente interno!
    • Auxiliar seus clientes, externo e o interno também!
    • Ser ágil e assertivo na tomada de decisão!
    • Respeitar seus limites pessoais!
    • Respeitar o limite dos outros!
    • Entender conceitos de “valor” e “preço”!
    • Mas, principalmente, aprender com os erros.

RESUMO GERAL

a) O engenheiro “vale” aquilo que ele consegue observar, inovar, projetar, planejar, executar e entregar, principalmente, entregar! 

b) Todo engenheiro será cobrado no final do dia, semana, quinzena, mês ou ano, pelos resultados que não foram obtidos.

c) O engenheiro tem que cumprir as metas estabelecidas e entregar bons resultados, isto é uma questão de sobrevivência profissional.

Pare, pense e reflita sobre os temas aqui abordados. Inevitavelmente você irá se deparar com eles ao longo da carreira e muitos outros diferentes também, mesmo podendo não estar diretamente ligados a sua área de atuação ou seus assuntos técnicos de engenharia, mas saiba que podem sim vir a influenciar nos seus resultados e na sua própria carreira.

  • Pessoas não são máquinas!
  • Máquinas não são pessoas!
  • Pessoas mudam!
  • Máquinas “ainda” não muda

 

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